Jupira Gomes de Mendonça; Luciana Teixeira de Andrade e Alexandre Magno Alves Diniz.
Este
artigo apresenta alguns resultados da comparação da estrutura socioespacial das
15 principais regiões metropolitanas brasileiras e de sua evolução no período
entre 2000 e 2010. A análise aborda prioritariamente o fenômeno de concentração
dos grupos de mais alto status nos espaços superiores dessas metrópoles,
configurando a sua hipersegregação. Hipóteses explicativas para esse processo
são apresentadas a partir da análise específica da Região Metropolitana de Belo
Horizonte, cuja composição social é muito próxima da composição média das 15
RMs estudadas e para a qual há dados específicos sobre dinâmica imobiliária,
índice de qualidade de vida e mobilidade residencial. A histórica atratividade
das áreas centrais intensificou-se na década de 2000, mantendo-as como
localização preferencial dos investimentos imobiliários de alto padrão.
#Estrutura socioespacial #Hipersegregação #Áreas centrais #Dinâmica imobiliária #Metrópoles brasileiras
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